Não sei explicar com detalhes, sei que quando olho para o meu amor meu coração fica cheio de ternura e vontade de cuidá-lo. Ele é a minha metade, aquele que me faz querer ser melhor a cada dia. E eu tenho melhorado. Eu mesma noto.
Quando olho para o meu amor é como se eu brilhasse e minha pele resplandece de tanta felicidade por ele estar perto, entre as minhas pernas, enroscado em mim ou apenas me olhando os olhos.
Quer nas tardes findas, quer nas madrugadas ganho tanto brilho que pareço gerar vida.
Fico fogosa, inundada de desejo e vontade de nunca mais sair do ombro dele. E eu durmo também. Um sono leve , coberta de beijos eu me sinto única e especialmente dele.
Ah, o meu amor tem um riso lindo e a voz que me encanta mais que aquele cantor italiano que adoro. A voz dele tem sonoridade de presente meu. De amor, de coisa leve e tranquila. Eu me encanto com sua força e com seu jeito menino e quero mimá-lo, adoçar sua boca com inúmeros beijos cheirados e tão nossos.
Pelo meu amor eu vou vivendo, vou sorrindo,orando e pedindo por dias melhores em quartos profundos e dias de puro deleite só de ver os olhos dele.
domingo, 19 de outubro de 2014
Pelo meu amor
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Dizendo
Decepção não mata mas engorda, é assim o dito popular? Bem, acredito que não vá morrer por isso. Engordar também não, já que na maioria das vezes a comida é um bolo insípido que vai rasgando minha garganta. Depois, como é minha tendência, engordo assim mesmo. Mas, o momento é de me cuidar ainda mais , caso contrário adoeço.
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Quatro e meia
Rende muitas orações e entrega. Rende uma longa olhada para a pracinha em frente à minha casa, quando tudo ainda está meio escuro e o silêncio fala ao meu ouvido.
Rende afagos e carinhos dos meus gatinhos que todos os dias me fazem cafuné e eu acordo mesmo que não queira. Eles também trazem presentinhos matutinos. Presentes que nem sempre são bem vindos. Às vezes uma barata ou uma lagartixa morta. Me rende sorrisos!
Rende a leitura do meu livro de cabeceira atual e muitas linhas descritas sobre o meu amor.
Rende muitas lágrimas de saudade daquele que tem meu coração e muitos dos meus pensamentos.
Rende uma xícara de café com um pãozinho quente com manteiga.
Rende uma caminhada de meia hora e algumas calorias perdidas.
Rende uma massagem nos cabelos e um banho daqueles bem demorados , debaixo do meu chuveiro-cachoeira.
Rende uma zapeada no Face, no What's Up, uma postagem no Instagram e uma olhada básica no Twiter.
Rende um espreguiçar cheio de amor, saudade e vontade.
Rende um belo dia de trabalho, porque peço bençãos.
Rende muita música na minha rádio preferida. Aquela de todos os dias. De nossos dias.
Rende mensagens de fé na outra rádio. Mensagens ouvidas, apreendidas, choradas, dadas e recebidas.
Rende muita esperança e misericórdia.
Rende espera em Deus.
Rende muitos agradecimentos.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Deu vontade
Embarquei então em um sonho de dias doces e noites quentes. Era me perguntado a todo instante se a ficha caíra e eu estava confusa e cheia de medo. Não fazia isso há quase duas décadas. E desta vez eu queria, eu sonhava . Porque ele é o meu amor. Porque ele é o meu querer. Por que ele me faz querer viver uma vida nova.
E eu sonhei, sim acho que era um sonho, já que teve uma duração pequena e abruptamente interrompida por motivos que eu não sei e não entendo. Procuro em todos os cantos da minha mente, algo que me possa ser revelado para que eu entenda e aceite. Nada. Minha cabeça é um turbilhão de cenas de coisas compartilhadas com graciosos sorrisos e intimidade plena como jamais vivera. Meu sonho era real. Me belisquei muitas vezes para ter certeza. Via os hematomas e sorria. Sim, eu me beliscara de verdade.
Se fosse dizer de tudo que vivi e senti nesses poucos meses, aqui não caberia. Tenho um amor esquisito, eu acho.Agora dá vontade de sorrir, pelo que tenho tido. Não sorrir de felicidade, não é isso, é sorrir de ironia, de tristeza. Sabe aquele riso no canto da boca, meio torto? É esse.
Amor esquisito, porque estou machucada e nem assim tenho vontade de parar de amar. Deveria.
Não é assim a regra? Tem regras para isso? Acho que sim , porque todo mundo tem uma receitinha para me dar. Faz isso, faz aquilo. E pouca gente me ouve de verdade.
Junho não foi um mês muito legal. Deus levou minha gatinha, minha Mao. Eu a amava tanto. Nem sei explicar o que sinto, porque acabo chorando e ando uma chata de tanto chorar. Ainda bem que ninguém vê. Junto com ela, foi um pedacinho do meu coração. Hoje quando vejo as fotos dela, noto seus olhinhos tristes. Acredito que ela não ficaria mesmo muito tempo por aqui. O tempo que ficou me fez feliz. Era um doce. Minha princesinha. Junho também levou para longe o meu querido. Ele foi porque quis. Eu não quis.
Agora é esperar pela cura, que vem devagar, mas chegará. Amo mesmo sem medidas, idiotice talvez, não me importa. O que importa é que meu coração é cheio de amor e não de amargura. Gosto de gostar dele. Gosto de amá-lo assim. Gosto daquele sorriso lindo. Das piadas prontas. Das mãos que me conhecem. Da boca que me percebe. Da inteligência sarcástica. Dos olhos de menino, das pernas em cima de mim. Das decisões pelo belo. Da risada boba. Amo amá-lo. Meu amado amor.
O dia é de espera. A noite de insônia, os fins de semana de grande tortura. Deus me segura a mão, e eu certamente vencerei porque quem me sustenta é mais forte que tudo. Quem me sustenta é Deus.domingo, 29 de dezembro de 2013
Do meu jeito
Amo assim meio que deseperado. Amo assim, muito entregue e muito calmamente em algumas vezes. Minha cabeça se confunde com tanto pensamento entrelaçado e minhas memórias tão presentes são testemunhas de que vivi esse tempo. Um tempo de sorrisos claros e limpos, onde cada instante foi feito das mais belas intenções, ou pelo menos eu senti assim. Certamente tenho tendências a acreditar em demasia, estou velha para desacreditar.Então paciência.
Amo mesmo assim, como antigamente. Cheia de confiança no outro, nos olhos que me enxergam inteira, porque me desnudo toda. Erro meu? Sei lá. Não estou preocupada com isso. Amo como em outra época, onde a valorização do outro era importante, uma carta tinha valor e as coisas do casal eram guardadas em relicários.Amo assim mesmo, de modo cafona e antigo.
E mesmo com todos os percalços que tenho tido, eu acredito no amor. Tenho medo da solidão, mas confio nas promessas de Deus em minha vida. E tenho o seu amor, e não há maior.
Talvez na velhice eu só tenha o amor de livros e de lembranças, mas elas me farão sorrir e continuar.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
É por isso. ..
domingo, 17 de novembro de 2013
Simples assim...
Ainda que eu seja pequena para transbordar tudo que sinto e tudo que penso sobre nós dois, sobre esta canção de nossas vidas, que canta você em mim e eu em você em tom perfeito e único, em harmonia de chuva em nossos corpos sobre duas rodas, passeando pela cidade. Em harmonia perfeita como é teus lábios sobre os meus.domingo, 8 de setembro de 2013
Uma pausa de mil compassos
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Doce espera
Assim eu estou
Estou cansada de ficar cansada.
Quero ficar abraçada
Quero ficar abraçada
Quem sabe com cabeçadas?
Quem sabe com grandes beijos?
Estou cansada de pensar demais
De andar demais
Quero o aconchego de um café com bolo
De um risoto quente
De um colo que é meu.
Me sinto inerte
Sem movimentos
Quero me movimentar
Suar no suor dele
Ouvir o palpitar da respiração
Ser a respiração
Quero risadas de bobagens
Assuntos de seriedade
Leituras de vida
Quero música de Bruno Mars
Vinho gelado a tarde
Cerveja Larger não
Mas uma bem clarinha sim
Quero meu amor
Quero descansar.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Meu coração distante
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Vem
Vem meu amor, para ser nosso amor
Diferente dos absurdos, cientes das atitudes, sendo cada vez mais legítimos
quarta-feira, 26 de junho de 2013
#Serásomenteumbocejo?
Há duas semanas o Brasil tem sido invadido por brados vindos de todos os cantos. De um lado revolucionários verdadeiros buscam direitos, no meio oportunistas invadem, saqueiam,bagunçam. Do outro, a polícia entra quebrando a porrada. Quem sai na chuva...Somos diferentes, que bom!
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Aprendendo...
terça-feira, 4 de junho de 2013
Meu diário
O amor vive em mim. Posso afirmar isso com tanta certeza e sem exagero me surpreendo por ser assim. Queria um coração mais duro. Não tenho. Por vezes, queria ser mais igual. Queria ser mais cética em relação ao amor que me move. Não sou. Muitos acham que não tenho amor próprio porque amo assim sem medida e sofro tanto quando as coisas degringolam. Não é nada disso. Amo a mim mesma sim, e preciso disso sempre. Me amar!
Contudo, quando amo , amo de verdade. Não gosto de joguinhos e palavras bobas postadas em desafio tácito de quem se acha centrado(a) demais. Gosto de dizer do meu amor, para quem amo. Sei que não preciso mais afirmar isso. Nesta minha curta vida, amei com ardor por três vezes. Um de cada jeito, mas todos fortes. Desta vez , amo como jamais amei e com tanta certeza que , ai meu Deus! Não sou centrada demais, aliás, cansei de ser centrada. De ser a forte. Quero estar forte, é diferente. domingo, 28 de abril de 2013
Queria sair correndo, mas apenas sussurrou

domingo, 17 de fevereiro de 2013
Chove
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
No meu controle
Em dezembro passado, fiz um amontoado de excessos, um monte de idiotices para quem tem uma doença complicada como essa.segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Comunicar
"Para a arte de viver, é preciso saber a arte de ouvir, sorrir e ter paciência ...sempre"
(Hermann Hesse)
Mesmo que já tenhamos facilidade em ouvir, muitas vezes perdemos a paciência e interrompemos o interlocutor. Por vezes, só aguardamos nossa vez de falar. Ficamos elencando no nosso pensamento contra argumentos Como vamos rebater aqueles pensamentos? Ouvir é uma habilidade, e uma das mais difíceis da comunicação. Precisamos ser efetivos, prestar atenção na pessoa que fala. Medir os significados contidos no diálogo. Nos dias de hoje, é muito difícil encontrar alguém que queira nos ouvir. Um exemplo simples, é quando vamos a uma loja que o caixa faz aquela pergunta rotineira: débito ou crédito? Por mais que digamos "no débito" ou vice versa, o atendente na maioria das vezes coloca na opção errada. Por que? Simples, ele ou ela não nos escuta, não nos ouve. Não vale aqui o profissional que é pago para escutar, e que por muitas vezes nem assim nos ouve.






