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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Dizendo


Decepção não mata mas engorda, é assim o dito popular? Bem, acredito que não vá morrer por isso. Engordar também não, já que na maioria das vezes a comida é um bolo insípido que vai rasgando minha garganta. Depois, como é minha tendência, engordo assim mesmo. Mas, o momento  é de me cuidar ainda mais , caso contrário adoeço.

Ando decepcionada e cheia de sorrisos amarelos, e olha que cuido bem dos meus dentes. Sem precisar furtar a marca de ninguém. Entendedores, entenderão. Tô ácida. As respostas mais rápidas que o usual. Talvez pela dinâmica da leitura, que caminha a passos largos como há muito não acontecia, talvez porquê finalmente estou ficando cínica. Tenho a casca dura, geralmente não me deixo contaminar pelo comportamento maléfico de outrem, mas... Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura

O que me salva é minha temperança, não tanto pela moderação dos desejos, mas pelo meu equilíbrio. Tenho treinado muito, ao longo dos anos. Me desequilibro, mas logo , logo me ponho no prumo. Tenho que manter a minha fama de mulher forte e firme. Mesmo sendo mulher frágil e cheia de dengo. Quanto aos desejos , esses tenho vários, me controlo. Tenho que fazê-lo. Se assim não fosse, já tinha dado uns socos em muitos que encontro pelo caminho. E meu desejo de gritar muitas coisas? Ah, esse é enorme. Eu falo baixinho, ainda bem. E nesses últimos dias,minha voz quase nem sai. Deus é maravilhoso. Quem grita perde a razão.

Deus é tão bom que me deu um coração meio maluco. Só pode ser essa explicação. Tenho buscado em oração motivos para eu amar como eu amo. E a confirmação vem ondas. É amor mesmo, e um amor que nem eu entendo: maluco. Gente do céu, só pode ser isso. Minha medicação é a voz dele, ah, que gostoso. Ver o sorriso dele me deixa calma, mesmo que seja em uma foto antiga. Lembrar de suas mãos, hum... Isso é melhor não contar aqui.  Vai que algum desavisado lê? Amo muito. E tenho fé, e espero, e oro de novo. Ah, deixa isso quieto! De médico e louco, todo mundo tem um pouco.

Muitas vezes tenho a impressão que estou em um filme de Woody Allen, aqueles bem malucos , com uns personagens indecisos sobre a própria existência. Não é o meu caso. Sei bem que minha vida tem propósito, mas encontro alguns coadjuvantes que se enquadram direitinho em um filme dele. Eu que amo a simplicidade e nem gosto tanto assim do Allan. Mas , tenho sorte. Sempre encontro gente insegura, inquieta e até meio neurótica, tipicamente woodylianas ( inventei isso agora,rs,,). A vida imita a arte, ou seria o contrário? Quero mais é voltar a sorrir meu riso alegre. Quem ri por último....

Cansei, depois venho aqui de novo. 



terça-feira, 19 de agosto de 2014

Quatro e meia

Acordar todo dia às quatro e meia da manhã rende muita coisa.
Rende muitas orações e entrega. Rende uma longa olhada para a pracinha em frente à minha casa, quando tudo ainda está meio escuro e o silêncio fala ao meu ouvido.
Rende afagos e carinhos dos meus gatinhos que todos os dias me fazem cafuné e eu acordo mesmo que não queira. Eles também trazem presentinhos matutinos. Presentes que  nem sempre são  bem vindos. Às vezes uma barata ou uma lagartixa morta. Me rende sorrisos!
Rende a leitura do meu livro de cabeceira atual e muitas linhas descritas sobre o meu amor.
Rende muitas lágrimas de saudade daquele que tem meu coração e muitos dos meus pensamentos.
Rende uma xícara de café  com um pãozinho quente com manteiga.
Rende uma caminhada de meia hora e algumas calorias perdidas.
Rende uma massagem nos cabelos e um banho daqueles bem demorados , debaixo do meu chuveiro-cachoeira.
Rende uma zapeada no Face, no What's Up, uma postagem no Instagram e uma olhada básica no Twiter.
Rende um espreguiçar cheio de amor, saudade e vontade.
Rende um belo dia de trabalho, porque peço bençãos.
Rende muita música na minha rádio preferida. Aquela de todos os dias. De nossos dias.
Rende mensagens de fé na outra rádio. Mensagens ouvidas, apreendidas, choradas, dadas e recebidas.
Rende muita esperança e misericórdia.
Rende espera em Deus.
Rende muitos agradecimentos.


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Deu vontade

Há tempos ando chorando e estou meio cansada disso. No final de 2013, vivi momentos perturbadores que me fizeram triste e logo depois o alento veio. Veio em forma de longas conversas ao telefone todas as manhãs, bem cedinho. Tão bom ouvir a voz do meu amado logo cedo, e sentir-me aliviada só por saber dele. Sempre pensava estar vivendo um sonho mau, provocado pela distância, por provocações e maldade velada. Mas não,  era tudo realidade. O mal se reveste de gente que posa de boazinha. Vale a pena deixar bem longe. Ah, mas a voz cheia de sorriso doce me fazia esquecer o mal.

Embarquei então em um sonho de dias doces e noites quentes. Era me perguntado a todo instante se a ficha caíra e  eu estava confusa e cheia de medo. Não fazia isso há quase duas décadas. E desta vez eu queria, eu sonhava . Porque ele é o meu amor. Porque ele é o meu querer. Por que ele me faz querer viver uma vida nova.
E eu sonhei, sim acho que era um sonho, já que teve uma duração pequena  e abruptamente interrompida por motivos que eu não sei e não entendo. Procuro em todos os cantos da minha mente, algo que me possa ser revelado para que eu entenda e aceite. Nada. Minha cabeça é um turbilhão de cenas de coisas compartilhadas com graciosos sorrisos e intimidade plena como jamais vivera. Meu sonho era  real. Me belisquei muitas vezes para ter certeza. Via os hematomas e sorria. Sim, eu me beliscara de verdade.

Se fosse dizer de tudo que vivi e senti nesses poucos meses, aqui não caberia. Tenho um amor esquisito, eu acho.Agora  dá vontade de sorrir, pelo que tenho tido. Não sorrir de felicidade, não é isso, é sorrir de ironia, de tristeza. Sabe aquele riso no canto da boca, meio torto? É esse.
Amor esquisito, porque estou machucada e nem assim tenho vontade de parar de amar. Deveria.
Não é assim a regra? Tem regras para isso? Acho que sim , porque todo mundo tem uma receitinha para me dar. Faz isso, faz aquilo. E pouca gente me ouve de verdade.

Junho não foi um mês muito legal. Deus levou minha gatinha, minha Mao. Eu a amava tanto. Nem sei explicar o que sinto, porque acabo chorando e ando uma chata de tanto chorar. Ainda bem que ninguém vê. Junto com ela, foi um pedacinho do meu coração. Hoje quando vejo as fotos dela, noto seus olhinhos tristes. Acredito que ela não ficaria mesmo muito tempo por aqui. O tempo que ficou me fez feliz. Era um doce. Minha princesinha. Junho também levou para longe o meu querido. Ele foi porque quis. Eu não quis.

Agora é esperar pela cura, que vem devagar, mas chegará. Amo mesmo sem medidas, idiotice talvez, não me importa. O que importa é que meu coração é cheio de amor e não de amargura. Gosto de gostar dele. Gosto de amá-lo assim. Gosto daquele sorriso lindo. Das piadas prontas. Das mãos que me conhecem. Da boca que me percebe. Da inteligência sarcástica. Dos olhos de menino, das pernas em cima de mim. Das decisões pelo belo. Da risada boba. Amo amá-lo. Meu amado amor.
O dia é de espera. A noite de insônia, os fins de semana de grande tortura. Deus me segura a mão, e eu certamente vencerei porque quem me sustenta é mais forte que tudo. Quem me sustenta é Deus.














sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

É por isso. ..

Eu sempre esperei pelo homem certo e eis que ele me aparece.  Não é bem o que eu pensei: cínico, ranzinza e rabugento muitas vezes. Mas é irônico como eu gosto. Inteligente como poucos, sensível e doce como eu amo. Ele é aquele que muitas vezes me faz desejar com palavras ditas em forma de abreviaturas e  isso só quem entende  é quem sente.  É aquele que me faz corajosa em aceitar a distância e ainda assim me sentir amada  Veio de repente, com uma conversa simples e um olhar que me pedia socorro. Em uma noite quente e cheia de medos. E daquele instante se faz a nossa história. 
Ele é que tem as digitais impressas em meu corpo e na minha mente , de forma indelével e plena como nunca antes fora possível ser.
É aquele que esperei a vida toda, e ainda espero.  Aprendendo pacientemente, sendo mais centrada e tendo a certeza do amor-amigo que existe. Ele me traz  música e poesia, mesmo ele dizendo que sou eu que dou isto a ele. Uma noite nos braços dele  é magia, desejo, é aconchego e enroscar de pernas que parece que dura a vida.
Ele que tem um abraço bom e gostoso, em que me sinto protegida e um olhar amoroso e terno, que me faz querer colocá-lo no colo por horas sem fim. É ele que me toma de assalto na cozinha com um beijo molhado e demorado, e toda raiva e tristeza caem por terra. É para ele que não preciso dizer nada, porque ele me lê inteira. O desejo que nos une,  é feito de um amor ímpar e sem explicações. Não há prisões, amarras e a liberdade é feita de horas de gargalhadas, beijú na feira, café com chocolate em um cinema a tarde, sem horas para voltar. E mesmo pensando que outros já estiveram por aqui, ele é o dono absoluto desta savana e pode sem nenhum medo sorrir sempre o seu sorriso lindo.

domingo, 17 de novembro de 2013

Simples assim...

Ainda que eu tenha ficado só te olhando dormir, imerso em profundo sono, sobre o meu colo, a cabeça encostada em mim, tão demoradamente como se o tempo não existisse, como se a vida se resumisse  a ficar em teus braços, com esta minha doçura peculiar, e em silêncio de uma paz bem alegre, como é alegre o teu sorriso quando nos encontramos. Sorriso alegre como romance bonito , como tua pele que  atrai minhas mãos viajantes, como teu cheiro que me deixa delirante, neste nosso cenário. Neste quarto profundo.
Ainda que este cenário seja simples e tão rico, quando conversarmos nossos temas em comum e tão parecidos. Ricos de idéias, cheios de indagações e risos bobos. Vivemos cada vez com intensidade tão forte que a plenitude do teu jeito e do meu jeito só engrandecem mais ainda cada momento, como se fossemos um só, no meio de tantos medos teus. 
Ainda que eu seja pequena para transbordar tudo que sinto e tudo que penso sobre nós dois, sobre  esta canção de nossas vidas, que canta você em mim e eu em você em tom perfeito e único, em harmonia  de chuva em nossos corpos sobre duas rodas, passeando pela cidade. Em harmonia perfeita como é teus lábios sobre os meus.
Ainda que eu não fale nada, não ouça nada, não mostre nada e mesmo assim você me escute em cada nota daquela canção que tantas vezes escrevemos, como um sonho que acontece, que você imagina com doçura de uma vontade que muitas vezes não ouse dizer.
Ainda que eu não seja tão brilhante, mas deseje te ofertar o que for de mais gostoso, de mais brilhante, de mais lúdico,de mais leve, de mais tranquilo, da maior paz e aconchego,  e que por ora você me seja tão limitado, reticente  e muito , muito, muito... ( conversa interna, de liquidificador. Você entende).
Ainda assim meu amor, os meus dias têm me feito pensar o quanto sou grata por você estar aqui na minha vida.  Ainda assim, eu quero continuar nessa doce espera, porque a certeza de você em mim  e para mim é maior que qualquer historinha mal contada.  Ainda assim eu quero pegar tua mão e te ajudar a ter coragem, te ajudar a sorrir em plenitude. Porque cada dia que Deus me permite ver o teu sorriso e sentir o teu jeito de ser, me faz mais maravilhada com esta dádiva que é te ter ao meu redor. Me cuidando, me querendo, me amando.
Ainda assim, eu quero ainda poder te ver acreditando nos dias, como presente divino, para viver o amor e ser alegre, e ser feliz, e ser belo e ver o belo sem medo de desejá-lo, sem medo do que possa vir a ser. E verdadeiramente apostar na vida e desejar a vida, como sinto você. Para desejar mais em plenitude de sentimento bom que existe em você, e que está guardado em meio a tanta angústia.
Nestes dias juntos, ainda que existam os senãos, saiba que de fato eu  vir para de fato vir, e sou sabedora de que estou indo sempre ao teu encontro, e você virá ao meu lado ou não, e dentro de mim . Isso é fato inexorável.

sábado, 31 de agosto de 2013

Pega vida III

Hoje fiz muita coisa que eu gosto. A começar por uma oração cheia de emoção e paz em meu coração cedinho da manhã. Depois um café quente, vi um sol de dia lindo e  tive um abraço cheio de ternura.
Olhar as pessoas indo e vindo. Brincar com meus gatinhos. Beijar meus filhos. Olhar o rosto do meu amado, tudo isso é de uma riqueza imensa e inigualável.
A minha vida é rica de sensações e bençãos. Eu fraca que sou, acabo reclamando de bobagens. Peço Perdão!
Voltando ao dia de hoje, dia de calma para o meu coração. Um pouco é verdade, mas pelo menos acho que vou dormir bem. Cozinhar junto com quem amo. Uma tacinha de vinho, abraços e beijinhos no pescoço, a vontade e a vontade, hummm....Tudo isso é para agradecer a todo instante.
Poderia listar milhões de coisas, mas prefiro a quietude de um sorriso.  Mesmo que tudo ainda pareça tênue, eu confio nas promessas que Deus fez para minha vida. E aprendendo a esperar , eu certamente terei mais vida boa pela frente.

"Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor."
Salmos 27:14

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Doce espera

Me sinto cansada
Assim eu estou
Estou cansada de ficar cansada.
Quero ficar abraçada
Quero ficar abraçada
Quem sabe com cabeçadas?
Quem sabe com grandes beijos?
Estou cansada de pensar demais
De andar demais
Quero o aconchego de um café com bolo
De um risoto quente
De um colo que é meu.
Me sinto inerte
Sem movimentos
Quero me movimentar
Suar no suor dele
Ouvir o palpitar da respiração
Ser a respiração
Quero risadas de bobagens
Assuntos de seriedade
Leituras de vida
Quero música de Bruno Mars
Vinho gelado a tarde
Cerveja Larger  não
Mas uma bem clarinha sim
Quero meu amor
Quero descansar.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Meu coração distante

Aqui neste quarto, em vento, em pensamento. Tão longe de tudo, tudo é saudade. Até o balanço da folha de papel jogada sobre a estante é canção, até o silêncio chora de emoção em meu coração tão dolorido. O motivo é o homem amado, raiz, querido, vida que vive no hoje, futuro e passado que não existe , ele é agora, como os pássaros que de manhãzinha brincam na sacada. O tempo não pára  nem mesmo para alívio da paixão que queima em mim. Tudo é concreto , tudo o que fazemos é concreto. Como o café bem cedo ou a tardinha, como o amor que não se define. Porque amor apenas é.
Como aqui nesse quarto sem ele, na verdade sem mim mesma, parece que nem existo, sou apenas o meu amor.
Aqui neste quarto até quero sorrir, mas o som do vento me distrai, começo a pensar nos porquês, e lá me vem o tal vazio, o nada, e muitas lágrimas.  Aqui mais uma vez um-quem-me-dera, porque chorar é uma forma de oração, e eu sozinha, me vejo no que não vi. Eu agradeço a cada momento, porque saber que ele existe me certifica que eu vivo também. E a sua falta justifica o correr das horas. Agora nem sei se ainda consigo pensar com coerência. Não entendo muita coisa, me encho de perguntas, e quero ouvir a voz, ver o sorriso lindo, sentir o suor escorrendo em mim. Quero ouvir miados também, sentir cabeçadas e lambidas pequenas no meu rosto. Correria pela casa, brincadeira com bolinhas.
Meu coração precisa dele, do coração dele junto aos meus ouvidos, quando abraçados dormimos de pernas entrelaçadas. Preciso dele para continuar fazendo comidinhas, tendo prazer em comer, fazer compras de última hora. Preciso do nosso amor em horas breves, em horas longas, em madrugadas intermináveis de suspiros e beijos demorados. Preciso dele e da paz que ele me traz. E...
Eu espero, eu espero. Deus me segura a mão.




segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Vem

Vem meu amor, cuidar do teu jardim, ler um livro, fazer compotas, descobrir sabores
Ser senhor, menino, moleque. Namorado, amigo, companheiro
Vem meu amor, com teu beijo úmido, teu cheiro único, calor tenaz
Me fazer suar, balbuciar , sorrir , me enfeitar
Vem meu amor, trocar lâmpadas, fazer compras de última hora, assistir filmes antigos
Vem meu amor aprender melodias
 Escrever  reclamações, criar ironias, modelar meus sonhos
Vem meu amor, bagunçar meus cabelos, levar cabeçadas
Tornar macio o meu andar
Vem meu amor, ouvir músicas novas, das mais antigas também
Desenhar minhas estradas com tua boca
Vem marcar território, tornar leve o meu pensar
Vem meu amor, para ser nosso amor
Diferente dos absurdos, cientes das atitudes, sendo cada vez mais legítimos
Vem meu amor, que eu te espero, eu te espero.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Somos diferentes, que bom!

Homem e mulher, como perceber um ao outro? São tantas coisas diferentes . Eu, mulher, me vejo por vezes um ser de outro planeta quando me comparo ao sexo oposto. Sei que não consigo dar uma ré legal, e minha visão espacial é meio maluca.
Em contrapartida, consigo escovar os dentes e os cabelos ao mesmo tempo. Pergunto onde fica uma rua qualquer enquanto dirijo em lugares estranhos. Coisa que  para eles é quase impossível.
Ainda bem que somos diferentes. Se assim não fosse, como seria o enfrentamento das muitas decisões que temos que tomar na vida?  Decisões de trabalho, de saúde. Decisões sobre o dia; decisões sobre o relacionamento a dois; decisões sobre o amor. Há que se ter consciência das maneiras diferentes de enfrentar situações para o crescimento mútuo. 
Sou mulher ciumenta, meio cabeça dura, mas aos poucos tenho aprendido. Aprendido que às vezes o silêncio dele, não quer dizer que tenha algo de errado. É só silêncio.
Na maioria das vezes os homens acham que são mais lógicos, mas nós mulheres conseguimos achar as coisas com tanta facilidade que eles ficam boquiabertos. Queremos atenção e carinho, eles não conseguem conversar enquanto assistem tv. Isso quando assistem, porque o controle remoto parece ter vida própria.
Ficamos maravilhadas com a capacidade deles em consertar coisas, estacionar, com sua força e inteligência. Mas, perdemos a paciência quando eles simplesmente não abaixam a tampa do vaso sanitário. Ou não encontram aquele nosso ponto especial, ai,ai... Somos diferentes mesmo, mas tão complementares. Graças a Deus. 
O que quero mesmo é compreendê-lo cada vez mais, e que ele me compreenda ( tarefa meio complicada eu sei). Quero  leveza e tranquilidade nos meus dias.  Quero continuar dando amor. Amor diferente do dele , que me ama  também.  E que ainda bem se complementam em suas diferenças e coincidências. Amo amar o homem que eu amo. Meu lado B. Minha metade coincidente e diferente.




segunda-feira, 10 de junho de 2013

Como?

Ela vira o céu daquele dia e pensara: " o que será que devo fazer?" Talvez não devesse fazer nada e somente esperar que acontecesse. É, esperar talvez seja o mais sábio em um momento de tanta ansiedade e dor.
Ela não quer a solidão de noites insones e dias tão longos como o inverno do polo norte. Quer o calor de braços fortes e sorriso largo. Mas, o seu querer terá algum valor? Talvez não.
O seu estomago tem consistência frágil  e as dores se espalham por seu corpo que nem fogo em carvão novo, que queima rápido, e não é bom. Contudo, as dores vão passar, a fragilidade estomacal também. O que não passa mesmo é a saudade.
Saudade de dias alegres e noites embaladas por conversas inteligentes e interessantes. Ela não esquece. Deveria? Ela não quer porque ele é parte dela. Ele lhe veio como um presente de Deus, de repente, lhe cuidando, lhe beijando o rosto devagarinho, ele que é para sempre no coração dela. É, ele é seu presente. 
A saudade que lhe consome as noites, bate com força em seu pensar e caminhar diários como uma cantiga daquelas que não saem da cabeça, nem que você queira.
Parece que tudo conspira para lhe lembrar de tudo. Uma música no rádio, que fala de um jeito único de ser, do sorriso e das manias dela. Uma moto que tem nome de besouro, um post novo no blogue. Macarrão improvisado, um vinho  de uvas de colheita tardia.
Algo tem que ser mais forte que a falta que ela sente. Suas orações são cada dia mais coesas, e a fortalecem. Sim! Suas orações tem de ser mais fortes que a falta.
O céu continua a fitá-la. Ela não sabe o que responder a tanta indagação. A tanto questionamento nulo. Ela não sabe. Ela só sabe que gosta daqueles cuidados tão seus. Daquele dormir no ombro dele, das risadas bobas dadas por ambos. Das saídas de manhã cedo para comprar frutas e legumes , ou tomar café em uma banquinha de feira. Ela sabe que gosta dele.  Da poesia que emana de suas noites e escritos compartilhados. Do café feito pela manhã ou na tardinha antes de um filme qualquer. Ela gosta de tanta coisa que neste post não cabe dizê-las todas. Ela ama! É verdade, ama . Ama com profundidade e certeza. Com fidelidade e razão. Ela sabe dos acontecimentos, mas tem esperança. Deus lhe dá o tom da espera e a coerência de saber que tudo isso ainda será motivo de risos. O coração dela perdoa. Sabe e quer deixar pra lá. Se sente mais humana com isso. Até sorri. O coração acredita. Ela crê.  Ela ama!



"Se meu amor por você fosse sol, seria aqueles de domingo, bem intensos; Se meu amor por você fosse chuva, seriam aquelas intermináveis do inverno paulistano; Se meu amor por você fosse pipoca seria aquela feita de azeite de coco, nos parques mambembes de são luís; Se meu amor por você fosse pouco, não seria meu amor por você."

terça-feira, 4 de junho de 2013

Meu diário

O amor vive em mim. Posso afirmar isso com tanta certeza e sem exagero me surpreendo por ser assim. Queria um coração mais duro. Não tenho. Por vezes, queria ser mais igual. Queria ser mais cética em relação ao amor que me move. Não sou. Muitos acham que não tenho amor próprio porque amo assim sem medida e sofro tanto quando as coisas degringolam. Não é nada disso. Amo a mim mesma sim, e preciso disso sempre. Me amar!

Contudo, quando amo , amo de verdade. Não gosto de joguinhos e palavras bobas postadas em desafio tácito de quem se acha centrado(a) demais. Gosto de dizer do meu amor, para quem amo. Sei que não preciso mais afirmar isso. Nesta minha curta vida, amei com ardor por três vezes. Um de cada jeito, mas todos fortes. Desta vez , amo como jamais amei e com tanta certeza que , ai meu Deus! Não sou centrada demais, aliás, cansei de ser centrada. De ser a forte. Quero estar forte, é diferente. 
Tenho pedido por misericórdia e benignidade,  e Deus me ouve. Vou ficar forte, vou sim.Sei que meu tempo é insignificante diante da vontade Dele, e me falta paciência . Contudo, Ele supre tudo para mim. A paciência virá. Sei que vou sair vitoriosa e forte quando todo esse deserto acabar. Não sei o meu destino, sei que está escrito no livro da vida que Deus sempre me dá habilidade para  emergir. Vou emergir, tenho andado sufocada, mas a cada dia me fortaleço mais.
Eu amo! Quero muito ele do meu lado, e poder sentir seu hálito quente perto do meu rosto. Os beijinhos leves madrugada afora. A risada límpida, as brincadeiras irônicas, a inteligencia singular. Quero muito poder contar minhas coisas a ele. Compartilhar meus medos e sorrir assistindo um programa qualquer na tv fechada. Tomar um vinho bom de uma Colheita Tardia ou um que nos faça ir a um Porto bem seguro. Segura, é assim que fico quando estou nos braços dele. Os braços do meu amado. Do meu namorado, do meu primo, do meu amor.



quarta-feira, 29 de maio de 2013

Olhos anuviados?

Sábado voando pelos ares amazônicos, cochilando de vez em quando. Pensando nos últimos dias. Dias que me trouxeram olheiras, estômago frágil e uma saudade enorme. Dias de muito trabalho e noites mal dormidas. Tenho tentado melhorar. Deus vê e me segura pela mão. Olho pela janela, as nuvens me comovem e queria estar lá, dentro de uma delas, para quem sabe dormir um pouco. Repenso como tem sido meu sono ao longo desses anos adultos.
Acho que desde os 28 anos, não durmo direito, mas tive intervalos, de sono,  ótimos. Fiz acupuntura, chazinhos e grandes e longas orações. Dormia relativamente bem. Depois começou tudo de novo, Sonhos malucos, pesadelos com assuntos de trabalho. Loucura! Vai ver por isso fiquei diabética tão cedo, e tenho grandes dificuldades de emagrecer.

Uma conversa de facebook, um encontro, um amor descoberto em meio a coincidências. Um amor entre parentes.  É  lícito tá? Voltei a dormir direito. Nos braços do meu querido. Calor? Nunca me importei. Não sinto calor.E o calor dele me vela o sono sempre.Ficar longe dele me tira o sono, o apetite. Loucura!

Continuo olhando as nuvens pela janelinha do avião, e tiro fotos, adoro fotografar. Meu coração está ansioso e cheio de vontade de ver meus amores: filhos, querido, cachorrinho e meus gatinhos. Vejo que tem várias ligações dele , mensagem. Nem sei o que pensar. Porém pensar para que? Coração pensa? Acho que não, não pensa. Retorno e ouço a voz daquele que me tem.
Um "e aí?". típico dele. A voz doce e acariciante, eu me rendo.  Como não me render? Muitos diriam, que sou submissa e que estou mudada. Parece que todo mundo sabe mais de mim, do que eu mesma sei. Todos adoram dar pitacos em assuntos que não lhe dizem respeito e que é de foro íntimo. Culpa minha mesmo, que sou boba e clara como um livro aberto. A ordem agora são mais páginas em branco e capa dura. Ele me tem mesmo, escolho ser dele como jamais fui de alguém, mesmo que isso seja tão complicado ser e ter.

Olho as nuvens novamente, e meu coração até parece leve como aquele monte de algodão à minha frente. Resultado da conversa, do tom de voz, das promessas de um encontro no outro dia. De saber dos meus bichanos, de saber dele, do meu amor. Nem sei o que e como pensar, minha cabeça é um turbilhão de idéias e meu coração apetado querendo sair pela boca de tanta ansiedade. Agora é esperar.  Eu  tenho que aprender a esperar. E somente Deus pode me ajudar nesse quesito. Somente Ele. Se tenho nuvens sobre meus olhos? Tenho certeza que não. Sei exatamente onde piso, onde quero pisar. Tenho problemas. Quem não tem? Entrego a Deus tudo o que sou incapaz de resolver, e Ele ao contrário de muitos, tem sempre tempo para me ouvir e ajudar. Espero então.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Pelo prazer de beijos no rosto

 Meus filhos, sobrinhas, amigas , amigos, amor, irmãs , me dizem de vez em quando: você deveria escrever um livro de receitas. Tua comida é uma delícia. Hum,..Coisa boa.
Eu tenho muita vontade de fazer um curso de gastronomia, no ramo da culinária e se possível conhecer vinhos também. O dinheiro é curto e  ainda não consegui realizar este sonho. Ainda.  
Sou viciada em programas de culinária. Fã da Carla Pernambuco, protagonista  do Brasil no Prato,  programa do canal pago Bem Simples. Viajada, inteligente e super simpática, ela põe a mão na massa de verdade. Nada de luvas e frescuras. Ela mesma corta seus legumes, usa diversas ervas e apresenta um programa rico e leve. Só na manteiga que não, diria alguém que conheço. Gosto, também de Homens Gourmet, do mesmo canal. Gosto por causa do charme dos meninos, e do jeito descontraído que eles conduzem a programação.
Há uma semana assisti Anthony Bourdain, junto do meu querido.  Minha boca enchia de vontade de comer aqueles pratos que pareciam tão apetitosos. Contudo as sensações mais gostosas eram as vindas dos nossos olhares que coincidentes queriam a mesma coisa. Gostoso mesmo,  foi sentir os beijinhos do meu amor no meu rosto.

Mas, nos últimos dias não tenho vontade de cozinhar nada, nem de comer. Coisas de tristeza, eu acho. Coisas de decepção. De engano. De mentira. Tudo dói em mim. Quero minha paz restaurada. Quero meus dias de sorrisos claros e sinceros. Será que sou uma porta? Muitas vezes penso assim. Ou passei duas vezes na fila da burrice emocional? Acho que sim.
Talvez mais que duas. Tenho mania de crer demais na humanidade. E a humanidade é desumana.
Erro demais! Deus há de perdoar minhas iniquidades, meus sucessivos erros e me dar um coração cheio de renovo. Post confuso este. Comecei falando de prazer e me emaranhei por dizer da minha profunda tristeza e dor. Deus tem piedade de mim, que estou trêmula de ansiedade, triste por mim mesma e quase sufocando. Quanto a confusão do post, paciência! Eu estou meio perdida e pronto: me dou o direito de divagar. De orar em meio a assuntos gastronômicos e de chorar o tanto que eu quiser. Tudo que eu queria agora era um coracao leve e beijos bem pequenos no meu rosto, de madrugada, de manha cedo, dadas pelo homem que eu amo, o homem que Deus colocou na minha vida, e que eu ainda nao sei porque.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Chove

Cinco da manhã, a chuva cai lá fora, a Bíblia sobre meu peito, e uma falta enorme. Tenho tido momentos de melancolia e apertos de tristeza, e isso são coisas que não quero. Deus me consola e  eu creio na providência Dele. Então, nada de tristezas sem sentido. Eu tenho coragem e sou abençoada. Sou escolhida para viver esta história, para sorrir, chorar, para ser quem eu sou. Uma mulher que ama, e ama muito.

Chuva para mim é sinônimo de limpeza, de purificação e de aconchego. É para uma colheita farta de coisas alegres, porque simboliza tantos momentos bons  que não dá para pensar diferente, e meu sorriso se abre de puro contentamento, só por saber que há uma existência que me faz assim de sorrisão solto, de olhos brilhantes e pele boa. Por isso, nada de melancolia sua chuva linda.
Mas é meio difícil organizar tanto sentimento dentro do meu peito. Sou pequena, as cavidades não aguentam tanto amor, por isso tenho que falar dele, tenho que dar, tenho que fazer. Caso contrário acabo explodindo. Amo demais, e por isso é complicado não expor ou guardar. A chuva caindo lá fora me faz ficar ainda mais amorosa. Não só amorosa, mas saudosa também. Até o silêncio parece  emotivo para mim. E a chuva é canção de alegres banhos e brincadeiras de uma manhã bem perto. Por isso, eu canto, eu digo, eu falo do amor que me toma inteira, que me faz assim meio bobona, entregue. Feliz por possuir um sentimento tão grande e arrebatador. Só alguns tem essa dádiva. Agradeço ao Pai por me permitir amar assim. Obrigada Senhor por ter me escolhido.





sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

No meu controle

Nunca fui de me abater com coisa pouca, ou pouca coisa. Tenho tido força em labutar e vencer batalhas das mais diversas. Contudo, ultimamente tenho sentido desânimo em trabalhar, em fazer um monte de coisas, em discutir outras.
Sou brasileira, não desisto e não desanimo. Sou " indesistível " como diz o Bispo Mario Porto. Me fortaleço no meu Deus e nas coisas que me fazem bem e reajo. Eu não desistirei.
Sou teimosa e luto pelo que acredito. Luto por posições melhores no trabalho, por um relacionamento aberto com meus filhos, amigos e familiares. Luto pelo amor que sinto, porque acredito, porque me faz plena, porque Deus me diz: acredite.
E porque ando assim meio lá, meio cá? Com medo da morte e consciente demais da minha pequenez?
Eu que tenho me imbuído de tanta fé, eu que sou repleta do amor de Deus e com meus dias cheios de oração, por que então? Por que este sentimento de impotência, de falta de vontade?
Pensei, pensei e pensei. Consegui chegar a algumas conclusões, com uma explicação plausível: Diabetes Mellitus tipo 2. Essa coisa terrível que me acompanha.
Em dezembro passado, fiz um amontoado de excessos, um monte de idiotices para quem tem uma doença complicada como essa.
Começo de ano, me disponho a mudar para o meu próprio bem e saúde. Estou fazendo exercícios regularmente, já perdi peso e continuo perdendo, e tenho sido mais responsável com minha alimentação.
Ops! Há quinze dias , minha glicemia deu 300. Que bomba! Insulina, soro, um sono terrível. Uma noite não muito boa. A manhã sim, foi boa. Mas vamos lá. Busco um novo médico, um que me acompanhe de verdade- Isso se o plano de saúde permitir- tomara. Neste fim de semana  farei exames. Preciso que minha medicação seja ajustada. Preciso continuar minha atividade física, melhorar minha saúde. Deixar de lado essa tal de astenia, vocábulo recorrente dos médicos que me atendem, e ser mais coerente comigo mesma.
Que herança! Paciência, Tenho que reagir, caso contrário morro mais cedo. Acelero meu fim. E eu quero viver. Viver para ser mais de Deus. Viver para sorrir mais, para dar o meu amor para todos aqueles que amo, para ser mais feliz.
Deus permita que eu seja mais sábia, eu te peço. Permita que tua mão seja minha rocha de proteção. Não te ocultes de mim. A minha vida é tua para sempre.


...No dia do mal, meu Deus me guardará
Em sua tenda me esconderá
E sobre um rochedo me erguerá
Por isso adorarei...





domingo, 27 de janeiro de 2013

Construindo

Somos nós construtores de sentimentos,
Projetamos sonhos, desenhamos momentos
É certo que calculamos medos, por vezes
Mas se arquitetarmos canteiros de obras boas
Haveremos de caminhar em pavimento concreto,
Ainda que pareça tardia a pavimentação dessa
estrutura paz,
Nosso alicerce suporta as cargas que nossos
ombros se queixam,
Basta-nos edificar a ponte da verdade e
possibilitar tráfego de sinceridade e amor
aos dois extremos
e sem perder a doçura , encarar a poeira
da terraplanagem dos nossos defeitos,
mas sem reprimir os desejos da engenharia dos sentimentos
que essa estrada é segura e se chama vida.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Revival

Preguiça de estudar. Nunca imaginei que ia dizer esta frase um dia. Sempre fui uma aluna aplicada, estudiosa e que gostava de estudar. Gostava? Até o tempo verbal me soa estranho. Ultimamente só tenho vontade de fazer coisas para meu prazer: ler , estudar e vivenciar a Palavra de Deus, ouvir música, passear, viajar, cozinhar, cuidar das minhas coisas e dos meus amados. Mas, porém, contudo, todavia, tenho que estudar, voltar a pós graduação, caso contrário vou dançar em alguns reais. E por falar em prazer, esta é uma sensação que gosto muito. Hoje tive dois daqueles grandes prazeres : suei bastante na academia- É que coisa incrível! Senti prazer em malhar,  eu que sou uma preguicinha ambulante quando se trata de malhação- e o outro foi ouvir umas músicas da minha época adolescente. Ai, que saudade daqueles dias onde minhas maiores preocupações eram os estudos e meus livros. Não me preocupava com dinheiro, pois nunca tinha mesmo. Na maioria das vezes nem para o lanche. Comia pão com ovo no recreio, e não é comédia não. É verdade. Um tempo em que bordeline era apenas a música da Madonna, e eu me comportava like a virgin, porque eu era mesmo  e não porque sou romântica demais e tenho sonhos que por vezes parecem  tão adolescentes. Tempo em que tudo era like a prayer e eu pedia Papa don't preach  quando aprontava. Uma idade onde cantar loosing my religion era bom por causa da musicalidade, da letra boa para estudar inglês e R.E.M  era só uma banda,  nada relacionado a sono..
Estou saudosista sim. Estava escutando umas músicas das décadas de 70, 80 e 90, vindo da academia. Som alto, adrenalina lá em cima, me sentindo a própria Jennifer Beals em Flashdance. Só  falta o corpão porque o meu sorriso é mais bonito que o dela. Modéstia a parte. Naquela época, eu tinha tantos sonhos, que mais parecia uma boba. Parecia? Atenção, esta é uma piada interna! Eu sou uma boba. Por muitas vezes quero ser uma bad girl como a Ciccone, mas não consigo.  Estou mais para Karen Carpenter. Não na voz e nem na magreza, mas no jeito de amar demais, e ser toda melodiquinha que nem ela. No resto não pareço não. 
Deixando o estilo melódico dos irmãos Carpenters, fico pensando em como gosto da batida forte das músicas de Michael e lembro com saudade de quando eu queria aprender o Moon Walk, tadinha de mim,rs... Sou descordenada para passos de dança, mas eu danço mesmo assim. Aliás, não só para passos de danças: sou meio destrambelhada para muitas coisas. Vivo me machucando, rasgando as coisas que não devo, destroçando o rádio do meu carro; ainda bem que foi barato. Sou desajeitada com colheres e teflon, mas sou boa demais na cozinha. Ah, não só na cozinha, sou boa em muitas coisas. Sou, sou sim.
Bem, ou well como dizem os gringos, gosto muito de música. Antigas, contemporâneas, clássicas, MPB, e tantos outros estilos. Se fosse dizer de todas, ficaria aqui por um número-não-sei-qual de posts. Ouvir música é um prazer. e hoje eu queria muito estar no show da Marisa Monte, aqui em São Luís, but...Não deu. Paciência, fica para a próxima. E para terminar este emaranhado de idéias, este Express Myself,  um pouco da mega estrela de Bay City.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Música e sorrisos





Billie Holliday, Aretha Franklim, James Brown, Neil Armstrong,  Air Supply, Bruno Mars, Marisa Monte...Casa arrumada. Cervejas deliciosas. Comidinha pronta. Visitas chegando. Caipirosca de kiwi. War que não foi jogado. Risadas. Dia muito bom.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Sem medos

Fico pensando em como os tempos atuais são exigentes. Andamos de lá pra cá, com mil atribuições. Há exigências de atualizações constantes, as informações pululam e ficamos sem saber qual aproveitar. Há exigências estéticas ditadas pelos tabloides e pelas grandes e pequenas marcas. Há exigências das múltiplas redes sociais, onde você tem que ter uma vida paralela, para compartilhar seus passos, seus erros e sucessos. Onde expõe coisas que quase ninguém quer saber, tem amizades desconhecidas e a língua pátria é assassinada dia após dia com um linguajar chulo e pobre. 


E não para por aí. A vida de hoje, dita regras sociais  que nos impõe encontros com pessoas que nos são indiferentes, que sequer dão bom dia, e quando chegam as festas de fim de ano querem se confraternizar,  sinceramente detesto essas hipocrisias. Um dia quem sabe, tudo volte a ser mais honesto.
O dia a dia caótico das cidades, o trânsito barulhento e maluco, a falta de cordialidade, a intolerância, a falta de educação, dentre outras mazelas modernas, culminam em angústias, depressão, medos e mais intolerância.


Me pergunto: o que fazer então para acabar com meus medos, ansiedades e mais perguntas?  Minhas respostas são inúmeras e de diversas fontes, mas tem algumas que quero dizer aqui. 

-  Orar todos os dias, suplicar a Deus por misericórdia;
-  Manter a calma diante das adversidades;
-  Esperar em Deus;
-  Abraçar;
-  Beijar na boca;
-  Fazer amor todo dia;
-  Beber muita água;
-  Cuidar da saúde;


-  Cuidar das pessoas;
-  Ser educado(a);
-  Sorrir; 
-  Agradecer, e 
Amar sempre e cada vez mais.
Assim a vontade de sair correndo desaparece, e eu, você , nós, o mundo, respiraremos melhor e mais devagar, bem mais devagar. 
Hummm... Que chuva linda lá fora!





Imagens: Google.